terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Magrela

Um rubi.
Era verdadeiramente uma joia.
Rarissima naquele lugar
Vermelha
Um vermelho tomate, desses quando ja esta passado.
Mas era linda.
Seu dono de absurda generosidade
não se importando em dividi-la
A cada dia presenciava pacificamente a degradação
Era derrubada,repetidas vezes...
Pobre joia ,não tinha repouso
Ele nao considerava a perda
Sua alegria maior foi ver um dia ao longe ,veloz e travessa,
entre duas tranças ao vento um par de covinhas num sorriso luminoso
A alegria da conquista e da amizade que não tem preço.

Eliana Lopes de Andrade

20 comentários:

Bia disse...

Lindo o poeminha..
Realmente a alegria da conquista não tem preço.. qto mais suada essa conquista maior eh a alegria proporcionada!!

lindo blog..acho que ja havia passado aki uma vez...

bjsss

blog disse...

Surpreendente.
Simples, singelo, honesto.

Uma bicicleta e uma criança.

Fire disse...

Olhaaa que lindo o template novo!!

Adorei Nana! ^^

Eu tive uma bicleta... demorei tanto p/ aprender a andar que quando finalmente aprendi ela tava toda quebrada ¬¬

Bjus

Clarice Baricco disse...

A pesar de que no hablo tu idioma, para mis ojos es un placer leerlo, tratando de comprender.
Amo tu país.
Gracias por visitarme.
Seguimos en nuestras letras.
Disfrutando de tu casita.

Beso.

MH disse...

adorei. me veio a mente qdo aprendi a andar de bicicleta. Foi um momento meagico. Acho que eu devia ter 25 pra 26 anos.

: S

MH disse...

antes que me chame de retardado..aos 28 já andava sem as rodinhas laterais , tá!

Edson Marques disse...

Realmente, "a alegria da conquista não tem preço"!


Abraços, flores, estrelas..

rato contra a vassoura disse...

se me permite discordar...
eu acho falsa a idéia de que as conquistas difíceis são as melhores...

acho uma razão infundada e reflexa de uma sociedade onde uns são escravizados para que outros enriqueçam

parabéns por ser poetiza, e que eu jamais me contamine com essa idéia tão desgastante!

Murdock disse...

Tem gente que não gosta de emprestar...

São disse...

que belezura, linda!
Sonhos azulinhos!

Paulo Roberto disse...

Eu aprendi a andar em bicicleta na do meu vizinho, eu era pequeno na epoca, não tinha 25 anos, auhauahauhaua
MAs é muito bom a sensação de poder andar sobre as duas rodas, liberdade e controle!
Uma conquista que ninguem vai mais tirar de vc, fica pro resto da vida.

Carlos Vin disse...

Eliana q bacana o poema... E o teu blog tb ( é minha primeira vez aqui)

E nem se preocupe... sinta-se a vontade para curtir as novidades lá do meu blog... rs

plyniolp disse...

Simples, singelo, honesto.[2]
lindo mesmu

parabens pelo blog


valew

Maiara Mascarenhas disse...

Extemporâneo!

maricotO disse...

Ai! adorei!! Q bunito!!
imaginei tudo "errado" até a foto. .rsrs
Parabéns!! ^^

Pois é,.. Demis Roussos.. ksksk Não é tudo?!

hihihi

Felipe disse...

Bem legal o poema! descreve bem a sensação que temos quando queremos algo, e a imagem no final ficou bem posicionada, quando vc começa a imaginar a bicicleta, eis que surge ela na sua frente hehehe

Pobre Otário

Feänor disse...

Lindo seu poema... Traz uma bela moral e, ao mesmo tempo, me traz um certo saudosismo...

Vou explicar.

É engraçado, mas na minha época infantil, era comum as crianças brincarem nas ruas, parques e praças alegres com suas bicicletas. Eu mesmo fiz isso algumas vezes (no meu caso, era na praia).

Com o passar do tempo, essa diversão "outdoor" foi sendo gradativamente trocada pelas diversões eletrônicas segregativas... Era a época fria da tecnologia.

De início, os videogames ainda agregavam as pessoas, que se reuniam nas casas dos amigos para partidas animadas com "a galera". O mesmo se diga dos saudosos fliperamas...

Mas com o computador e a Internet, hoje, divertimo-nos com nossos amigos sem sequer ver suas faces ou escutar sua voz senão pelo filtro robótico da distorção digital...

Uma mecanização dos encontros humanos que me entristece... Mas da qual paradoxalmente eu colho seus frutos.

Afinal, eu também troquei a bicicleta pelo mundo virtual...

Tais de parabéns novamente, señorita Ana! È justamente esse topo de poema com o qual nos identificamos que são tão procurados por nós, leitores...

Pri Satiro disse...

Olá, como vc está??
Gostei da mudança do template. Ficou muito bom!

Posso linkar vc??

Um grande beijo!

Samuel Bryan disse...

ok, a bicicleta vermelha fechou com chave de ouro
hahahahaha
gostei
=]
beijos

Oliver disse...

fiquei deprimido agora
isso me fez lembrar que nunca aprendi a andar de bicicleta, apesar de ter ganho uma quando pequeno, tive medo de cair de novo e nunca aprendi.